
Aqui vai mais uma preciosidade:
A verdade é que quando somos pequenos, nunca pensamos verdadeiramente no que cantamos, até um dia, já em idade adulta nos dá para cantarolar e pensar profundamente ( tanto quanto possível ), acerca das letras e a mensagem implícita
Ah ah ah minha machadinha
Ah ah ah minha machadinha
ok, para mim uma machadinha, era o instrumento que as minhas avós usavam para cortar o frango ou o entrecosto antes de cozinhar…
sempre pensei que esta cançaozinha era acerca disto, sempre esperei uma referente ao Salazar ou mesmo ao pilão… se bem que referente à segunda, sempre existe uma ou outra… ehh lá… sinto-me um verdadeiro QUIM BARREIROS…
Quem te pôs a mão sabendo que és minha?
Quem te pôs a mão sabendo que és minha?
Sabendo que és minha, também eu sou tua
Sabendo que és minha, também eu sou tua
epá… até parece normal, aquela típica relação entre uma machadinha e o seu dono… uma coisa muito mais além do visceral
Salta machadinha p’ro meio da rua
Salta machadinha p’ro meio da rua
Mau…! então estava tudo bem e tal, e agora, vai para o meio da rua… e como??? Saltando… óbvio…
No meio da rua não hei-de eu ficar
No meio da rua não hei-de eu ficar
Pronto, e aqui começa o descalabro, porque além de ter uma relação carnal de posse roçando o BONDAGE com uma machadinha, ela, insurge-se e ainda por cima responde… a machadinha… a danada!
Hei-de ir à roda escolher o meu par
Hei-de ir à roda escolher o meu par
Espera.. além de tudo ela está insatisfeita com a nossa relação e procura um par… semelhante suponho
O meu par, já eu sei quem é
Ok! óptimo, um amor antigo
É um rapazinho chamado José
E é aqui, que eu percebo que nunca entendi esta musica… nem esta nem outras… mas o giroflé giroflá fica para outra ocasião