Arquivo de Dezembro, 2008

Improviso sobre “Insensatez”

Posted in Uncategorized on Dezembro 29, 2008 by sandraricardo

De Antonio Carlos Jobim

Nesta data todos falam das prendas que receberam, e a verdade, é que a minha melhor prenda… foste Tu.

Quando se começa a fazer o balanço do ano, o melhor do meu ano, foste TU.

Quando me afundava, quem estendeu a mão foste TU.

Quando estava só, quem me fez companhia foste TU.

Quando estava alterado quem me acalmou foste TU.

Quando não conseguia dormir, quem me cantou até adormecer foste TU.

Quem me fez uma pessoa melhor, foste TU.

Sempre que ouvia insensatez não podia deixar de pensar no filme Lost Highway, mas agora, depois do nosso momento… daquele momento de improviso, estarás sempre ligada, fundida com aquela música, sulcada na minha memória…

a minha insensatez agora és TU!

Vivemos de pequenas coisas

Posted in Uncategorized on Dezembro 23, 2008 by sandraricardo

Estamos quase a fazer um ano, e tem sido muito gratificante esta experiência de interagir com alguns de vocês.

Vimos então desejar um Bom Natal a todos os leitores deste Blog, sim porque os que não o são, é-nos indiferente se o têm ou não!

P.s.: Se alguma alma caridosa me oferecer o Grande Perfume da Burger King pelo Natal, venho logo contar, o que é passar pelo canil a cheirar a hamburguer na brasa… deve ser revigorante!

Carta ao Pai Natal

Posted in Uncategorized on Dezembro 21, 2008 by sandraricardo

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Bom a vizinhança blogueira anda nesta onda das cartas ao Pai Natal,

E a verdade é que não queria incomodar o senhor, até porque, nesta altura não tenho grandes necessidades dignas de registo, ainda para mais escrever cartas, gastar papel… deitar abaixo árvores… enfim, não quero ser responsável pelo falho ou pelo colapso da iniciativa recicladora que assola a terra neste mundo…

Por isso Pai Natal,

 começo com um apelo:

Para o bem das árvores deste mundo, já que não se pode poupar nos pinheirinhos jovens, abre uma linha de e-mail, para receber os pedidos das criancinhas on-line, de outra forma,  obrigarás as nossas crianças a ter que saber soletrar, tarefa dificil hoje em dia para os milhões de utilizadores das famosas sms…

o k? ainda n pediste n/ ao P. xmas? Gnd maluko! :P

Bom por aqui, em casa tudo bem, a minha mãe vai fazer o já habitual bacalhau, o que me recorda, que afinal vou querer uma prendinha tua…

Chama-se Flame é da Burguer King, e quero-o para quando estiver a jantar o malvado peixe com cheiro a hortaliças, poder inalar profundamente e sentir o aroma doce e forte de um bom hambuguer na brasa!!!

Espero que a minha família não estranhe quando eu pedir o Ketchup para acompanhar o bacalhau!

Duro, duro…

Posted in Uncategorized on Dezembro 19, 2008 by sandraricardo

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É ser do Benfica, nestes dias que passam… Ahh, e também ser um casal de pinguins Gay, que é expulso do zoo… Ostracizados….

Portugues…isses…

Posted in Uncategorized on Dezembro 12, 2008 by sandraricardo

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Aqui vai mais uma preciosidade:

A verdade é que quando somos pequenos, nunca pensamos verdadeiramente no que cantamos, até um dia, já em idade adulta nos dá para cantarolar e pensar profundamente ( tanto quanto possível ), acerca das letras e a mensagem implícita

Ah ah ah minha machadinha
Ah ah ah minha machadinha

ok, para mim uma machadinha, era o instrumento que as minhas avós usavam para cortar o frango ou o entrecosto antes de cozinhar… 

 sempre pensei que esta cançaozinha era acerca disto, sempre esperei uma referente ao Salazar ou mesmo ao pilão… se bem que referente à segunda, sempre existe uma ou outra… ehh lá… sinto-me um verdadeiro QUIM BARREIROS… 

Quem te pôs a mão sabendo que és minha?
Quem te pôs a mão sabendo que és minha?

Sabendo que és minha, também eu sou tua
Sabendo que és minha, também eu sou tua

epá… até parece normal, aquela típica relação entre uma machadinha e o seu dono… uma coisa muito mais além do visceral

Salta machadinha p’ro meio da rua
Salta machadinha p’ro meio da rua

Mau…! então estava tudo bem e tal, e agora, vai para o meio da rua… e como??? Saltando… óbvio… 

No meio da rua não hei-de eu ficar
No meio da rua não hei-de eu ficar

Pronto, e aqui começa o descalabro, porque além de ter uma relação carnal de posse roçando o BONDAGE com uma machadinha, ela, insurge-se e ainda por cima responde… a machadinha… a danada!

Hei-de ir à roda escolher o meu par
Hei-de ir à roda escolher o meu par

Espera.. além de tudo ela está insatisfeita com a nossa relação e procura um par…  semelhante suponho

O meu par, já eu sei quem é

Ok! óptimo, um amor antigo

É um rapazinho chamado José

E é aqui, que eu percebo que nunca entendi esta musica… nem esta nem outras… mas o giroflé giroflá fica para outra ocasião

Putas

Posted in Uncategorized on Dezembro 3, 2008 by sandraricardo

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É mais que reconhecido, o meu não acreditar nas mulheres… aliás penso que é mútuo.

Ouchhh, esta vai doer de certeza…

O que me entristece é ter perdido a fé muito cedo…

Não ter vivido nunca durante muito tempo aquela ilusão do amor eterno, o que , por um lado nunca me fez ter aquela desilusão estrondosa, por estar sempre de pé atrás, mas também nunca me permitiu desfrutar de uma entrega cega, porque no fundo sabia que tudo tem um prazo… Tudo tem um prazo

Acho que sempre tive grandes dificuldades em apreciar o entretanto… simplesmente porque não acredito em mulheres, pior, porque têm provado constantemente que não são dignas de confiança… Como posso confiar em alguém que está a trair o marido, para estar aqui…

Mais… tem o aspecto mais natural do mundo, tal como a minha namorada… nunca vou conseguir diferenciar… nunca…

Acho que também já não quero… mas gostava de ter vivido aquela alegria parva de quem acredita no Pai Natal, naquela magia idiota, de que realmente fomos compensados pelo nosso comportamento

Aliás, existe um dado que me perturba sobremaneira, e é o facto de uma grande percentagem das mulheres ( e lá voltamos às estatísticas ) terem, como principal fantasia, o serem violadas.

E é aqui que me perco,

é aqui, que sei que nunca vou entender aquele animal que vive dentro delas, que as transforma em seres estranhos e irracionais que não se importam com nada, em que são verdadeiras estranhas, abjectas e que pensam que tudo é justificável.

Essas, as que ficam acordadas depois de eu ir para a cama, a conhecer o mundo, a serem engraçadinhas, não percebem o que é cair em graça.

As que acham que estão a perder tempo na sua vida, e que se querem explorar… que o sejam tudo, tudo o que acham que merecem… mas longe de mim, que já estou com vómitos.